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Atividades Filosóficas - 3º Ano

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1 Atividades Filosóficas - 3º Ano em Qui 26 Maio 2011, 16:33

Páginas 25 e 26

1 - b
Justificativa: O ser não teve geração, alcança-se pelo pensamento, sempre é.

2 - O mobilismo considera o movimento, a transformação, a tensão de opostos que existe em todas as coisas e revela a sua condição de eterno devir. Elas não constituem essências imutáveis, ainda que nem todas as mudanças se mostrem tão evidentes e continuemos a designá-las tal como no passado. O homem e o rio se modificam a todo instante, de modo que um mergulho do primeiro no segundo, nunca se repete; será sempre o mergulho de um novo homem num novo rio. O imobilismo, ao contrário, destaca o fato de reconhecermos a essência de cada coisa, mesmo sob as mudanças observadas em cada uma delas. Portanto, as duas correntes possuem uma característica em comum: ambas consideram o pensamento como via de acesso à realidade, pois, no imobilismo, ele revela a continuidade sob as aparentes mudanças e, no mobilismo, a mudança sob as aparentes continuidades.

3 - b
Justificativa: Há parentesco entre a realidade inteligível imutável e a realidade sensível em devir. As formas são inteligíveis e delas participam os seres sensíveis, como cópias imperfeitas de um modelo perfeito.

4 - c
Justificativa: Ao dizer que a substância primeira não existe em certo sujeito e não pode ser dita dele. Aristóteles diferencia essência de acidente. A substância primeira é o sujeito, enquanto os acidentes são predicados que podem ou não ser ditos dele, sem alterar a substância: André ainda seria André se não estivesse lendo, nem se emocionasse.

5 - c
Justificativa: A substância é o próprio sujeito. A espécie e gênero não existem à parte dele e seus predicados devem ser essenciais, cabendo os acidentais apenas ao indivíduo.

6 - c
Justificativa: Os universais correspondem à substância segunda, portanto incluem-se na primeira das dez categorias aristotélicas, apresentadas numa obra denominada Categorias.

7 - Nietzsche não aceitou verdades absolutas, capazes de fundamentar condutas iguais para os seres humanos. Olhava para o mundo considerando o acaso, a tragicidade, a luta e a vontade de poder. Entendia as verdades absolutas como limitadoras da ação humana, instituídas pelos fracos, a fim de vingarem-se dos fortes, suprindo a sua força vital, pela ideia de uma verdade que gerava moral oposta ao amor fati e à vontade de poder.

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2 Atitude Filosófica - Ap. 2º Bimestre em Seg 06 Jun 2011, 16:38

Pág 07

1 - a) A conclusão deveria seguir a parte mais fraca: posição particular.
b) A primeira permissa não é necessariamente verdadeira, resultando em um silogismo de conclusão duvidosa.
c) O silogismo possui mais de três termos: gato, felino, Marta e o namorado; além de utilizar a palavra gato em dois sentidos diferentes sem esclarecê - los, o que acrescenta ainda mais um termo.
d) De duas permissas negativas, nada se conclui.

2 - Todo animal é um ser vivo. Todo cão é um animal. Logo, todo cão é um ser vivo.

3 - Essas normas ou regras visam garantir a verdade dos raciocínios, o que tem implicações epistemológicas e éticas.

4 - Garantir a verdade e o conhecimento.

5 - A estrutura "S+Cópula+P" serve para estabelecer a inerência de um conceito em outro, mas há pensamentos que fogem dessa estrutura, a fim de expressar sentimentos, ordens, etc.

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3 EXERCÍCIO 5- PÁG 9 em Qui 09 Jun 2011, 17:14

RACIOCÍNIO INDUTIVO

Raciocinar indutivamente é partir de premissas particulares, na busca de uma lei geral, universal, por exemplo:

O ferro conduz eletricidade
O ferro é metal
O ouro conduz eletricidade
O ouro é metal
O cobre conduz eletricidade
O cobre é metal
Logo os metais conduzem eletricidade.

Os indutivistas criam que as explicações para os fenômenos adivinham unicamente da observação dos fatos.

O princípio de indução não pode ser uma verdade lógica pura, pois se houvesse um princípio puramente lógico de indução, simplesmente não haveria problema de indução, uma vez, que neste caso todas as inferências indutivas teriam de ser tomadas como transformações lógicas.

Parecer do Professor:
Ótimo Talita, creio que você conseguiu resumir em poucas palavras o que realmente o que o Raciocínio Indutivo explica. Muito bom.

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4 Atividades Filosóficas - 3º Ano em Sex 10 Jun 2011, 14:48

Método indutivo
Começa a pensar no feto e gradativamente chega humanidade.
Baseia-se na generalização de propriedades comuns a certo número de casos, até agora observados, a todas as ocorrências de fatos similares que poderão se verificar no futuro. Assim, o grau de confirmação dos enunciados traduzidos depende das evidências ocorrentes.
Portanto, o método indutivo é aquele que, ao partir de premissas menores pode-se chega às generalidades.

A terra, Marte, Vênus e Júpiter são desprovidos de luz própria.
Ora, a Terra, Marte, Vênus e Júpiter são todos planetas.
Logo, todos os planetas são desprovidos de luz própria.

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5 Atividade 5 página 9 - em Dom 12 Jun 2011, 16:53

O pensamento indutivo parte de premissas para inferir uma conclusão. As premissas são observações da natureza e de fatos do mundo.
Ex: Olhando bem sua para sua pele, uma mulher de 70 anos percebeu muitas rugas e concluiu, para seu conforto, que todo homem e toda mulher nesta faixa etária têm muitas rugas.
Um argumento que tem como forma um raciocínio indutivo não é lógico.

Já em relação ao dedutivo,ele conclui um particular de um geral. O geral é sempre uma hipótese que não tem referência com o mundo real, mas tem referência com o que o cientista, filósofo ou pensador imagina sobre o mundo.

*Para concluir, a fonte de verdade para um dedutivista é a lógica, para um indutivista é a experiência. =)

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6 pesquisa prof eliéser em Dom 12 Jun 2011, 19:33

A lógica diferencia duas classes fundamentais de argumentos: os dedutivos e os indutivos. Os argumentos dedutivos são aqueles que as premissas fornecem um fundamento definitivo da conclusão, enquanto nos indutivos as premissas proporcionam somente alguma fundamentação da conclusão, mas não uma fundamentação conclusiva, identificando dessa maneira os conceitos de dedução e raciocínio válido.
Num raciocínio dedutivo a informação da conclusão já está contida nas premissas, de modo que se toda a informação das premissas é verdadeira, a informação da conclusão também deverá ser verdadeira. No raciocínio indutivo a conclusão contém alguma informação que não está contida nas premissas, ficando em aberto a possibilidade de que essa informação a mais cause a falsidade da conclusão apesar das premissas verdadeiras.

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7 Re: Atividades Filosóficas - 3º Ano em Seg 13 Jun 2011, 00:22


De uma maneira geral, temos que a lógica pode ser dividida em dois ramos principais: indutiva e dedutiva. Estes dois conceitos se distinguem por inúmeras características essenciais mais é preciso ressaltar que quando se fala em lógica contemporânea, automaticamente se pensa no conceito de lógica dedutiva.


CONCEITOS'RACIOCÍNIOS DEDUTIVO E INDUTIVO':
Raciocínio indutivo:

O raciocínio indutivo parte de premissas para inferir uma conclusão. As premissas são observações da natureza e de fatos do mundo. Há uma pretensão neste tipo de raciocínio
EXEMPLO:

" Olhando bem sua para sua pele, uma mulher de 70 anos percebeu muitas rugas e concluiu, para seu, conforto, que todo homem e toda mulher nesta faixa etária têm muitas rugas".

Conclusão: Um argumento que tem como forma um raciocínio indutivo não é lógico.

Raciocínio dedutivo:

O raciocínio dedutivo conclui um particular de um geral. O geral é sempre uma hipótese. Quando se diz que: Todo homem é mortal. Sócrates é homem. Logo, Sócrates é mortal,está se dizendo: "Se todo homem é mortal, Se Sócrates é homem. Logo, Sócrates é mortal".
Para concluir, a fonte de verdade para um dedutivista é a lógica, para um indutivista é a experiência. Very Happy

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8 Princípio de Razão Suficiente em Qua 15 Jun 2011, 14:13

Página 10

O princípio de razão suficiente enuncia que nada é sem que haja uma razão para que seja ou sem que haja uma razão que explique que seja. O princípio de razão suficiente é visto como um princípio fundamental. Em virtude do mesmo, consideramos que nenhum fato pode ser verdadeiro ou existente e nenhuma enunciação verdadeira sem que haja uma razão suficiente para que seja assim e não de outro modo. Trata-se do princípio de que nada acontece sem a possibilidade de que uma mente omnisciente possa dar alguma
razão do motivo por que acontece em vez de não acontecer.

Eis aqui três argumentos fundamentados no princípio:
1-Ter conhecimento dos fatores relacionados a questão.
2-Discutir e avaliar imparcialmente todas as possibilidades existentes.
3-Nunca deixar que fatores externos e emocionais influenciem na análise dos fatores.
4-Ter a certeza de que a decisão tomada foi e será a mais justa e correta.
5-Saber e ter o conhecimento que o ser humano é vulnerável ao erro.
6-São infinitas as razões que a própria a razão tem. Smile

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9 Re: Atividades Filosóficas - 3º Ano em Qui 16 Jun 2011, 16:50

O princípio de razão suficiente, como princípio ontológico, declara que todo ente, todo objeto tem uma razão de ser; como princípio lógico, indica que todo juízo (toda proposição) se deve manifestar como válido perante a mente por meio de uma razão lógica; uma proposição não fundamentada poderia com igual direito (ou sem motivo) ser negada ou afirmada. O princípio ontológico de razão suficiente declara que todo objeto tem uma razão de ser, uma razão ontológica. Em sua aplicação a objetos existentes por necessidade essencial, isto é, "em virtude de suas essências", ele é dado com o princípio de contradição (princípio de contradição); na medida em que, além disso, inclui um novo enunciado de decisiva importância, é sinônimo de uma causa para todo objeto contingente, para todo ente contingente. Foi Leibniz quem primeiro lhe deu expressão própria.Fonte: http://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:MJTR7QomHN8J:www.filoinfo.bem-vindo.net/filosofia/modules/lexico/entry.php%3FentryID%3D1022+o+que+%C3%A9+princ%C3%ADpio+da+raz%C3%A3o+suficiente&cd=17&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br&source=www.google.com.br

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10 Re: Atividades Filosóficas - 3º Ano em Qui 16 Jun 2011, 21:39

*Princípio da razão suficiente.

Princípio da razão suficiente,afirma que tudo o que existe e tudo o que acontece tem uma razão (causa ou motivo) para existir ou para acontecer, e que tal razão (causa ou motivo) pode ser conhecida pela nossa razão.
O princípio da razão suficiente costuma ser chamado de princípio da causalidade para indicar que a razão afirma a existência de relações ou conexões internas entre as coisas, entre fatos, ou entre ações e acontecimentos.

A morte, por exemplo, é um efeito necessário e universal – válido para todos os tempos e lugares. Mas a morte pode ocorrer acidentalmente, sem qualquer previsibilidade, e situação que muitas circunstâncias poderia ser evitada. A guerra pode ser evitada, deixando de eliminar muitas vidas. As ações terroristas são ações de guerra que atingem a população civil. Mas se uma guerra acontecer, ela terá necessariamente causas – mesmo as mais absurdas e inaceitáveis, e se ela acontecer terá como efeito as mortes. Mas as causas dessa guerra são somente dessa guerra e de nenhuma outra. Embora se possa considerar uma causa comum – O EGOÍSMO – a causa de praticamente todas as necessidades humanas.

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11 Re: Atividades Filosóficas - 3º Ano em Sab 18 Jun 2011, 11:46

Princípio da Razão Suficiente:
O Princípio da Razão Suficiente em sua forma clássica é simplesmente que nada é sem razão ou não há efeito sem causa.
Para Leibniz este princípio "deve ser considerado um dos maiores de todo o conhecimento humano, porque sobre ele é construído uma grande parte da metafísica, e ciência moral."

Exemplo: No Princípios da Natureza, Leibniz sugere que a alegação de que nada acontece sem uma razão suficiente, ou seja significa que nada acontece de tal forma que é impossível para alguém explicar a razão de tudo isso.
Outro exemplo: "Esta rosa é vermelha", nada impede que ela pudesse ser branca ou amarela, mas se ela é vermelha é porque alguma causa a fez ser assim e uma outra causa poderia te-la feito amarela. Mas não é acidental ou contingente que ela tenha cor e é a cor que possui uma causa necessária. Very Happy

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