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História 3º E.M. - SÉCULO XVI: ECONOMIA E SOCIEDADE COLONIAL

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Depois de uma economia totalmente extrativista, em meados do século XVI os portugueses passaram a investir na canalização, ou seja, começaram a investir na produção agrícola e construir seus engenhos de açucar, que com o passar do tempo foram se tornando um grande investimento, pois no século XV só quem obtinha o açucar era a nobreza. Mas como o consumo e os preços foram aumentado, pensaram na possibilidade de investirem na lavoura açucareira na América. Decidios a investirem, os portugueses encontraram na Região do Nordeste do Brasil, condições favoráveis para a produção de cana, o que os deixaram bem satisfeitos pois além dos fins lucrativos ali também encontraram um solo ideal (fértil, que combina com o clima tropical), porém teriam que começar logo com as instalações (engenhos), no entanto a Coroa Portuguesa não teria recursos suficientes para investir nesse “projeto”. A Holanda financiou parte dos recursos necessários para a construção de engenho na Colônia, pois em troca participaram do processo de refino do açucar realizado na Europa. O engenho de açucar era composto de váris unidades que formavam a grande propriedade rural, em sua instalação precisavam do canavial, lavoura para alimentos de subsistência, curral, pastagem, casa grande e a senzala. Na lavoura açucareira era predominante a estrutura denominada de plantation, cuja as principais características eram: a monocultura; o latifúndio e a escravidão, além é claro da produção que estava voltada para o mercado externo, a fim de garantir os interesses da Metrópole. E com isso no Brasil Colônia surgiu uma sociedade com a economia açucareira, que possuía uma composição rural e patriarcal, ou seja, os senhores de engenho no topo, a classe intermediária de artesões e comerciantes e os escravos totalmentes desprivilegiados. O trabalho escravo fui fundamental para os lucros gerados a Metrópole. No início da colonização (pau - brasiu) a mão de obra indígena foi suficiente mas depois que surgiram os engenhos e a produção foi aumentando, os portugueses resolveram optar pelos negros, pois o tráfico negreiro era bem mais barato e a troca de escravos por produtos era bem mais fácil, e além disso tiveram outros motivos como a questão dos indígenas passarem a perguntar sobre a exploração colonial, altas taxas de mortalidade devido a doenças trazidas pelos colonizadores, etc. Esses elementos explicam o porquê do emprego da mão de obra africana em território brasileiro.

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